O que muda na gestão de TI com a nuvem?

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A utilização dos serviços na nuvem é uma realidade para um número expressivo de empresas no Brasil e no mundo. Esta modalidade traz vantagens já reconhecidas no mercado como flexibilidade, agilidade e redução de custos. Mas além destes benefícios, veio também a necessidade de repensar algumas ações que fazem parte da gestão de TI.

O gerenciamento de serviços de tecnologia envolve muitos processos e equipamentos, que a partir da chegada da nuvem precisam ser reorganizados e tratados de formas diferentes. É preciso pensar e agir de outra maneira, adaptando diversas práticas ao novo modelo.

Neste post, vamos mostrar alguns fatores que mudam na gestão de TI quando a empresa faz a migração de serviços para a nuvem:

 

1- Investimentos em hardwares

Uma das grandes mudanças ocorre em relação aos investimentos em hardwares, como servidores. Antes, a empresa costumava fazer um projeto com uma estimativa de uso de equipamentos por um número determinado de anos e traçava seus investimentos com base neste planejamento. Com a nuvem isso acaba, porque sempre existe a possibilidade de ampliar a capacidade, sem a necessidade de aporte de valores em hardwares.

 

2- Gerenciamento de consumo

Com a utilização da nuvem, o gerenciamento do consumo torna-se um fator importante dentro da gestão de TI. Como existem várias possibilidades de contração de serviços, incluindo multiclouds e diferentes modalidades, é fundamental avaliar o consumo constantemente. Se este gerenciamento não é feito, a empresa pode acabar pagando muito mais do que se tivesse tudo armazenado on premise.

 

3- Política de segurança

A política de segurança também precisa de adaptações. Se anteriormente, a empresa precisava somente se preocupar com uma política interna de segurança, agora deve também focar na política voltada para a segurança na nuvem. Mesmo com grande parte da proteção ficando sob a responsabilidade dos provedores, é importante que as empresas lembrem que muitos procedimentos seguros ainda dependem dos próprios colaboradores e práticas internas, por isso a necessidade das novas regras de uso e controle envolvendo a nuvem.

 

4- Conceito de bilhetagem

A divisão de despesas entre os diversos departamentos das empresas já é uma prática estabelecida. Mas com a cloud, chega a também a possibilidade de implantação do conceito de bilhetagem, uma divisão da conta do serviço entre os diferentes setores usuários da empresa.

 

5- Ambientes temporários

A nuvem permite a criação de ambientes temporários, onde é possível fazer testes de uma aplicação. Com isso, a empresa consegue acelerar processos de homologação e inovação. Fica muito mais fácil testar novas estratégias sem gerar impactos nos demais sistemas tecnológicos.

 

6- Documentos colaborativos

A nuvem possibilita atividades de trabalho mais colaborativas. Diferentes profissionais podem acessar e alterar documentos que estão disponíveis online. Isto gera uma necessidade de um outro tipo de gestão de dados por parte da TI, que precisa restringir e controlar acessos.

 

Já começou a utilizar serviços na nuvem? Quer mais informações sobre o assunto? Os especialistas da Microservice podem lhe ajudar!

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