A revolução do banco de dados autônomo

A revolução do banco de dados autônomo

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O lançamento de um banco de dados autônomo trouxe uma nova realidade para este segmento de TI. Com várias funcionalidades que são feitas de forma automática, sem a interferência humana. Essa novidade traz mudanças até mesmo para o perfil dos profissionais responsáveis pelo banco de dados. 

 O que é um banco de dados autônomo? 

 O banco de dados autônomo é construído com base na tecnologia auto dirigível, o que significa que usa a aprendizagem das máquinas para oferecer performance. Com isso, são eliminadas tarefas de gerenciamento manual, como por exemplo otimização, reparação e atualização do banco de dados.  

 Para essa operação autônoma são utilizadas tecnologias de machine learning e inteligência artificial, que melhoram o desempenho do banco de dados e sua disponibilidade.  

 Além disso, essa base de dados pode ser considerada mais segura e confiável, já que praticamente não há interferência humana e a chance de erro é consideravelmente reduzida.  

 Quais os diferenciais do banco de dados autônomo? 

 O primeiro banco de dados autônomo na Nuvem foi lançado pela Oracle no segundo semestre de 2017, com uma série de funcionalidades inovadoras e outras vantagens:  

 Autocondução: o banco de dados autônomo faz atualizações de segurança automaticamente para proteção contra ataques cibernéticos ao mesmo tempo em que está sendo executado. Também faz ajuste de performance adaptável contínuo com base na aprendizagem da máquina.  

 Autodimensionamento: faz o redimensionamento de cálculos/computação e armazenamento de modo instantâneo e sem tempo de inatividade.  

 Autorreparação:oferece proteção automática contra o tempo de inatividade, com garantia de 99.995% de confiabilidade e disponibilidade. Isso reduz o custo do tempo de inatividade planejado e não planejado para menos de 30 minutos por ano, o que significa alta disponibilidade para os usuários.  

 Elasticidade: novos armazenamentos de dados de qualquer tamanho são alocados em segundos e as escalas computam/calculam e armazenam recursos independentemente um do outro sem tempo de inatividade. Assim, os clientes precisam pagar somente pelos recursos que as cargas de trabalho do banco de dados exigem à medida que crescem e diminuem. 

 Que impactos traz para os profissionais? 

O fato do banco de dados autônomo executar a maioria das tarefas sem a intervenção de pessoas, não significa o profissional responsável pela administração do banco de dados não terá mais trabalho para fazer ou será excluído do mercado.  

 Com a chegada desse novo modelo de banco de dados, o que deve acontecer é uma transformação gradativa do perfil dos administradores das bases de dados (DBAs). Como não precisam mais focar em tantas tarefas operacionais e cotidianas, a tendência é que passem a ter uma função mais estratégica empresa.  

 As atividades serão mais voltadas para a análise e terão foco na superação de desafios estratégicos, fazendo com que esses profissionais passem a agregar ainda mais valor ao negócio.  

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 Um banco de dados autônomo pode trazer muitas vantagens para os profissionais de TI que lidam com essa ferramenta e para o negócio de modo geral. Tem interesse em saber mais? Fale com os especialistas da Microservice.  

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