Cuidado: Suas informações podem ser sequestradas

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Cuidado: Suas informações podem ser sequestradas

Vivemos em uma era de informações, mais do que nunca elas tornaram-se preciosas em nosso dia a dia. Quem tem informação tem tudo. E para armazenar, processar e disponibilizar rapidamente a informação, temos a tecnologia a mil por hora, nos abastecendo o tempo todo.

Mas nem sempre a informação está disponível, em um belo dia, abrimos o nosso computador e não conseguimos acessar mais nada, o tão precioso arquivo ou sistema para faturar não está mais lá, os cliques já não obedecem mais aos seus comandos e aí você descobre o pior, suas preciosas informações foram “sequestradas”.

Ransomware é um tipo de malware que restringe o acesso ao sistema infectado e cobra valor de “resgate” para que o acesso possa ser reestabelecido.

Apesar de não serem tão populares, nos últimos tempos, os usuários têm se deparado com essa nova tecnologia bem elaborada para os lesar.

Como acontecem os sequestros?

Entram no sistema como qualquer outro tipo de vírus, como por exemplo, anexado a um e-mail, escondido em um instalador ou aproveitando brechas nas redes e/ou aplicativos,  inviabilizando tarefas do dia a dia.

Não existe uma forma correta de definir os Ransomwares, porém, pode se dizer que funcionam como “sequestradores digitais”, sendo que, após invadirem a máquina, impedem o acesso a documentos e aplicativos “engessando” literalmente os usuários. Estas barreiras são preparadas através de criptografia (que transforma a informação da forma original em uma ilegível, e dessa forma somente o detentor de uma chave secreta poderá abrir a informação novamente) assim, os principais arquivos são infectados, compactados ou anulados do seu formato original. As tentativas de acesso aos arquivos infectados podem acabar por danifica-lo permanentemente.

E agora, o que fazer?

Na maioria dos casos, a única forma de livrar-se desse Malware, é pagando um resgate. Em pronunciamento, o FBI também explicou que a melhor maneira de ter os dados recuperados é esta.

Os próprios criadores do vírus, sabem quais máquinas são invadidas com sucesso e entram em contato através de e-mail, ou até mesmo, implantando arquivos com contato. Geralmente, solicita-se uma quantia em dinheiro a ser paga através de transferência eletrônica, após confirmação do pagamento, é liberado uma senha capaz de descriptografar os arquivos e reviver as funções do sistema.

 Como se prevenir?

Existem alguns softwares que prometem “prevenir” a infecção, porém, existem várias derivações para este malware. Neste  caso, a melhor prevenção ainda é o backup, ou seja, a cópia periódica dos principais arquivos para um local externo e seguro, que conta com versionamento, pode evitar problemas no caso de uma infecção.

Saiba mais sobre Ransomware

A primeira vez que um caso semelhante de sequestro digital ocorreu, foi catalogado na data de 1989. Contudo, somente em meados da década de 2000, que a palavra “Ransomware” ganhou uma atenção especial, particularmente, devido a um malware que ficou conhecido como “Gp-code”.

Em meio a tudo isso, as mais novas e prejudiciais formas de Ransomwares também não são nada amistosas e ficam cada vez mais perigosas. Há vírus com poder altamente destrutivo (Gpcode.ax): em vez de simplesmente criptografar o conteúdo de uma máquina, eles substituem os arquivos originais, causando perda total dos dados e, mesmo com pagamento de resgate, dificilmente se consegue recuperar alguma coisa.

Do outro lado, vários ocorridos no ano de 2011, relatam sobre um elemento nocivo que engana os usuários através de uma mensagem que alega falsidade no Windows. Junto ao texto, existe uma intimação dizendo que é preciso pagar £ 100 para ativar novamente o sistema operacional e, no caso de a quantia não ser debitada nas 48 horas após o contágio, todo o conteúdo do computador será perdido.

Felizmente, isso é mentira — os aproveitadores usam a simulação apenas para chantagear e ganhar em cima das vítimas, já que, mesmo passados os dois dias, nada acontece com a máquina. Quem paga os sequestradores garante uma espécie de vacina contra o vírus, mas não extingue a possibilidade de outro ataque vigarista.

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