Automatize seu banco de dados

Banco de dados: Saiba como fazer automatizações de integridade

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Já falamos aqui sobre a importância da automatização de bancos de dados, que proporcionam ganho de tempo aos profissionais nas tarefas rotineiras e permitem o foco em outras questões mais estratégicas.  

Neste segundo artigo sobre automatização de banco de dados, vamos abordar procedimentos que podem ser feitos para automatizar a integridade. Confira no post anterior as dicas para automatizar as atividades de segurança. 

Primeiro, é importante lembrar que integridade de dados é um dos pilares da segurança da informação e significa garantir as características originais da informação, incluindo ainda os métodos de processamento e controle das mudanças ao longo do seu ciclo de vida.  

 Quando falamos na preservação da integridade de um sistema de banco de dados, estamos abordando a manutenção da exatidão e consistência dessas informações ali armazenadas.  

 Ferramentas específicas 

 Para assegurar a integridade do banco de dados, é possível o uso de ferramentas específicas como o Oracle RMAN (Recovery Manager), que oferece opções de backup, restauração e recuperação de banco de dados, e pode ser considerada uma das ferramentas mais úteis para o administrador de banco de dados.  

 Além de clonagens de base, validação de blocos, backups, restaurações entre outras funcionalidades, o RMAN consegue validar se, em uma possível perda de arquivos, você terá todos os pedaços de backup necessários, para a restauração integral do banco, incluindo archives. 

 5 dicas práticas  

 1-  A primeira dica sobre automatização envolvendo integridade de banco de dados é criar rotinas e relatórios, para realizar a validação de uma possível restauração do banco, incluindo os archives nesta validação. 

 2- A segunda dica é uma validação da integridade dos blocos dos datafiles físico e lógica, assim como validação físico dos arquivos de backup. Nesta validação não se trata de uma possível restauração, mas sim de um possível corrompimento do arquivo físico em si. 

 3- Há no Oracle, uma view chamada X$DBGALERTEXT. É possível monitorá-la, em busca de erros no alert log, uma vez que ela reflete os outputs do arquivo. Com estas informações em mãos, pode-se analisar a ocorrência de erros, frequências destes erros e utilizar um banco de conhecimento para cada erro que aparece e com isto, corrigir ou prever alguma futura situação. 

 4 A quarta dica, é envolvendo a view acima. Em caso de erros de corrompimento de blocos, consegue-se utilizar um shell script para realizar dbvs, gerando relatórios da saída e também via PL/SQL, utilizando a package dbms_repair, tentar analisar e corrigir o problema, ou realizar um rebuild no índice, caso este for o objeto, automaticamente, apenas monitorando a view e criando procedimentos automáticos para situações conhecidas. 

 5 A quinta e última dica para criar rotinas automatizadas de banco de dados é sobre os backups lógicos via datapump. É possível validar se seus backups exports estão íntegros utilizando o parâmetro sqlfile . Conforme o note da Oracle: How To Validate A DataPump Export (EXPDP) Dump File ? (Doc ID 2113967.1), pode-se validar se os mesmos conseguem se importados realizando uma importação fake. Criar rotinas para validar estes arquivos é como criar rotinas de backups, executando pelo cron/agendador do sistema operacional. 

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