PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DE CIBERAMEAÇAS

Segurança da Informação: principais tendências de ciberameaças

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Com a transformação digital, conhecer as ameaças a Segurança da Informação é fundamental. Novos ataques surgem na mesma velocidade que a tecnologia avança. Em divulgações recentes na impressa contatou-se que em 2017 o Brasil foi o segundo país que mais perdeu financeiramente as ameaças cibernéticas. Segundo os dados, foram 22 bilhões de dólares e atingiu 61% da população adulta conectada no país.

Na pesquisa  sobre ameaças a Segurança da Informação realizada anualmente pela SonicWall, nosso parceiro especializado, constatou que no ano passado foram mais de 9 bilhões de ataques por malware. Em 2016, foram 7 bilhões, o que significa um aumento de 19%. Bill Conner, CEO da Sonic Wall comenta que “Nossos dados e conclusões mais recentes mostram que não param de aumentar uma série de ataques estratégicos. Ao compartilhar inteligência orientada a ações, pretendemos melhorar a postura de segurança contra as ameaças maliciosas e contra os criminosos”.

Neste post abordamos os principais pontos do relatório desenvolvido pela SonicWall.  Você pode conferir o Relatório de CiberAmeaças 2018 completo clicando no botão abaixo.

Os principais números de 2017

O Relatório aponta os principais dados de ciberameaças ocorridos em 2017 conforme abaixo. Mas muitas vezes, a ameaça pode estar dentro da própria empresa. No post “Conheça 5 ameaças para sua empresa” falamos sobre os principais riscos que podem estar na rotina da empresa e ameaçar a Segurança da Informação.

  1.  Aumento no uso de criptografia para proteger o tráfego da web.

O uso de criptografia para proteger o tráfego da Web aumentou 24% em 2017. Com esse crescimento, a cada ano, os criminosos cibernéticos aumentam cada vez mais as oportunidades de obscurecer suas ações maliciosas. Por exemplo, o uso de SSL para baixar o conteúdo da Nemucod aumentou em 2017. Aproveitando os sistemas de prevenção de invasão (IPS), a SonicWall registrou e analisou tendências semelhantes para tentativas de intrusões na rede. Os principais ataques IPS concentram-se no cabeçalho HTTP, no diretório Traversal e na injeção

  1. Queda no total de ataques ransomware

As previsões de que os ataques por ransomware roubariam a cena, como ocorreu com WannaCry, Petya, NotPetya e Bad Rabbit, não se concretizaram, frustrando as expectativas de muitos especialistas. Os dados do ano passado mostram que eles caíram de 638 milhões para 184 milhões entre 2016 e 2017. Houve uma queda de 71,2% de ataques por ransomware registrada pela companhia e, regionalmente, as Américas foram as mais afetadas, recebendo 46% de todas as tentativas de ataque. O SonicWall Capture Advanced Threat Protection (ATP), um sandbox multimotor baseado em nuvem, identificou uma nova variante de malware para cada 250 hits desconhecidos.

  1. Aumento de variantes de ransomware

O número de variantes de ransomware criados mantém a sua trajetória ascendente desde 2015, registrando um acréscimo de 101,2%. A expansão de variantes, em conjunto com o volume associado de 184 milhões de ataques, faz com que o ransomware seja uma ameaça ainda predominante. O SonicWall Capture Labs detectou 2855 novos ransomware exclusivos em 2017, número muito acima dos 1419 identificados em 2016. O relatório ainda alerta que os códigos ransomware direcionados para dispositivos IoT e móveis devem aumentar em 2018.

O que esperar para o futuro?

Cada ano, há novidades que definem o estado da indústria da segurança cibernética e impulsionam as ações das organizações, empresas, governos e até mesmo indivíduos. Embora os agentes de ameaças a Segurança da Informação e os cibercriminosos sejam sofisticados, ágeis e bem financiados, os setores público e privado estão mudando a maré na guerra cibernética. Mas é uma guerra, não apenas uma batalha.

“A ciberguerra afeta cada governo, negócio e pessoa. Ela não pode ser vencida por qualquer um de nós” disse o CEO da SonicWall, Bill Conner. É um desafio que encontramos juntos.

Para sobreviver à guerra cibernética, as organizações devem garantir que estejam aproveitando as ferramentas, serviços e soluções de segurança adequados para evitar as ameaças. O que antes era uma capacidade imprescindível  há dois ou três anos, poderá estar desatualizado hoje. A empresa deve avaliar constantemente as soluções, os dispositivos e as estratégias de Segurança da Informação. E  garantir que eles sejam estratificados, integrados, inteligente e versáteis”.

“Na Microservice, estamos em contato constante com os fabricantes e atualizados com as últimas versões . Também planejamos e orientamos às boas práticas para a Gestão de Riscos. Desta forma, oferecemos as melhores práticas contra as ameaças a Segurança da Informação” comenta o Coordenador de Segurança da Informação Sidnei Silveira. “A nossa solução Sonar Shield é uma solução completa para garantir segurança e a continuidade dos seus negócios” complementa Sidnei.

Confira o Relatório de CiberAmeaças 2018 completo clicando no botão abaixo.

Fontes: Revista Segurador Brasil, Infra News Telecom, 2018 SONICWALL CYBER THREAT REPORT

 

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