Jornada para Nuvem

Como fazer a Jornada para Cloud Computing

903 310 Microservice

A Cloud Computing traz benefícios inegáveis como redução de custos, flexibilidade e possibilidade de escalabilidade, entre outros. Para aproveitar estas vantagens, muitas empresas já estão fazendo a migração para a Nuvem.  As que ainda não estão passando por esta jornada, provavelmente terão que passar em breve. 

Para que a migração ocorra com sucesso e sem prejudicar o andamento dos negócios, é preciso levar em consideração uma série de fatores. Por isso, neste artigo vamos lhe ajudar em sua jornada para a Cloud, mostrando como fazer este processo e o que levar para a Nuvem. 

 Engajamento de toda a equipe  

 Antes de partir para qualquer migração propriamente dita, o mais importante é conseguir o engajamento de toda a equipe. E isto não engloba somente o time de TI, mas sim de todos os setores da empresa. Muitas vezes a área de TI quer migrar para a Nuvem, mas o restante da organização não está preparado. É preciso encarar a jornada como uma oportunidade de engajar todos os setores em uma mesma ideia.  

 A TI precisa criar um ambiente favorável. Antes, durante e depois da migração. Precisa ser um exemplo de comprometimento. Ela é a área que desenha o projeto, mas precisa levar em consideração os impactos e as necessidades de cada setor. Por isso, deve-se trazer gestores e pessoas chaves de outros departamentos para reuniões sobre o assunto. É preciso alinhar expectativas, para que não tenham medo e vejam isso como positivo. 

 Em geral, áreas que não utilizam tecnologia são mais resistentes. Mas sempre é possível encontrar alguém que é mais favorável à Cloud dentro de cada setor. Estas pessoas podem se tornar verdadeiras entusiastas da Nuvem, e podem ser fundamentais como uma ponte em todo o processo. Elas podem ajudar a explicar as mudanças, apaziguar situações quando ocorrem problemas e também para dar feedback sobre como a migração naquele departamento está fluindo. 

 Inimigos do processo 

 Segurança: em muitas empresas, a maior dúvida ainda é em relação à segurança, mas o que acontece na prática é que depois de implantada a Cloud, este é um dos maiores responsáveis pela satisfação, pois grandes players investem pesado em proteção, muito mais que a própria empresa em seu ambiente on premise. 

Parceiro com abordagem única: não existe a Nuvem perfeita para todo mundo, por isso mesmo os grandes players disponibilizam tantos diferentes serviços. Então, para que a migração funcione, é preciso alinhar as necessidades e objetivos da empresa e assim buscar os parceiros.   Lift and shift: usar a mesma tecnologia do ambiente da empresa na tecnologia da Nuvem é um dos grandes erros que pode acontecer. Quem somente move toda sua arquitetura pesada e leva tudo para a Cloud, perde a essência dessa tecnologia, que é mais agilidade, flexibilidade e possibilidade de escalabilidade. Na Nuvem, é possível adquirir espaço conforme o tamanho dos negócios da empresa, e quem leva tudo pra lá sem qualquer critério, está perdendo o que ela traz de melhor.  

 A migração em ondas 

 A melhor forma de fazer todo o processo é seguir um conceito de migração em ondas, ou seja, em etapas bem definidas e um pouco de cada vez. 

 1ª Etapa: Levar o que não é crítico  

Além do meu backup on premise, posso criar mais um backup na Nuvem, assim os usuários já começam a utilizar o conceito e as ferramentas. O ambiente de testes também pode ser levado, pois é possível fazer os testes sem atrapalhar o ambiente de produção.  

2ª Etapa: Cloud First 

Nesta fase é importante pensar nas novas tecnologias da empresa, já voltadas para a Nuvem. Por exemplo, empresa está pensando em trocar o ERP ou o BI, então deve-se escolher essa nova tecnologia de forma que seja aderente à Cloud.  

 3ª Etapa: Cloud Only 

Tudo aquilo que não foi possível migrar na segunda onda, deve começar a ser migrador agora. Pode-se criar um ambiente híbrido, migrar a plataforma de e-mail e fazer testes com o banco de dados. Conforme se vai vendo o que funciona, vai fazendo a migração.  

 Ao fazer desta forma em ondas, evita-se criar problemas para a empresa. É uma forma menos dolorosa e com mais garantia de sucesso.  

 E não esqueça que depois da migração é importante treinar toda a equipe. É preciso que todos conheçam e aceitem a Nuvem. Com o treinamento, todos poderão usar a Cloud da melhor maneira possível e assim as tecnologias não serão subutilizadas.  

 O ideal é que a empresa e as pessoas entrem nessa jornada em saiam diferentes, com mais produtividade, criando processos, educando pessoas, com cabeça voltada para a busca constante de inovação. 

 

Quer mais informações sobre como fazer a jornada para a Nuvem? Fale com os especialistas da equipe da Microservice.   

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